Você sabe a diferença entre barista e mestre cafeeiro?

Você sabe quais são as duas profissões responsáveis por identificar e criar um café gourmet?

A resposta é simples: barista e mestre cafeeiro que se complementam e são responsáveis pela excelência e alta qualidade do café que chega até a sua mesa.

Apesar de se complementarem elas são bem diferentes, o barista é o responsável por diferenciar os grãos, entender da torra e saber operar a máquina adaptando-a ao café. Porém, as atividades deles só podem ser colocadas em prática depois do trabalho do mestre cafeeiro, que está mais ligado à produção, ou seja, à arte de classificar grãos maduros, degustar cafés e ainda qualificar o sabor e o aroma de cada grão de café.

O barista é o profissional especializado em retirar o café expresso da máquina e montar drinques especiais com novos sabores e estilos unindo outras bebidas e frutas. Frequentemente, ele é a pessoa que inventa o cardápio de cafés em restaurantes e locais especializados. É primordial que o barista conheça a sua matéria-prima (distinguir os grãos, compreender da torra, entender da operação da máquina de café expresso adaptando-a ao café) e ainda harmonizar as características do café ao cliente e à ocasião. Ou seja, ele precisa entender as pessoas e suas preferências para servir um café perfeito.

Como já mencionamos acima, a profissão de mestre cafeeiro consiste na arte de classificar os grãos verdes, degustar cafés e ainda qualificar o sabor e o aroma do café. Os grãos são aferidos pelo mestre cafeeiro, de acordo com o aspecto físico, quantidade de defeitos, homogeneidade de cor e tamanho (tipo) e sabor (bebida) que possuem, seguindo uma metodologia de análise nacional, conhecida como Classificação Oficial Brasileira (COB).

Os degustadores de café avaliam a qualidade dos grãos e as características da bebida que eles podem produzir.

A atuação dos profissionais é importante para os negócios com o produto, pois eles indicam o quanto vale cada lote de café. Além disso, ter os cinco sentidos bem apurados: olfato, visão, audição, tato e paladar – aliados com muita dedicação, memória, persistência, curiosidade – e conhecimento para avaliar com assertividade os grãos são alguns dos requisitos para ser um bom mestre cafeeiro. Mauro Benedetti, no caso, é o especialista em café da Dupier. Ou seja, além de mestre cafeeiro, ele entende desde o cultivo, colheita, secagem, qualificação, degustação, torra e moagem específica para cada tipo de café. Ele une tudo o que o mestre cafeeiro faz mais a parte comercial e financeira que envolve a bebida.

Segundo Benedetti, o consumidor dos novos tempos não está mais satisfeito com um café genérico. “Ele procura o prazer e o entusiasmo encontrados na diversidade de sabores oferecidos por um legítimo café Gourmet, que são percebidos e apreciados na xícara. Daí até o despertar da curiosidade em conhecer a origem e processos de produção dá-se no tempo de alguns poucos goles, permeados de intenções degustativas junto ao seu mais novo companheiro, o cafezinho especial”, disse.

Para o mestre cafeeiro da Dupier, a produção com qualidade vem ao encontro do novo cenário de consumo, que mostra para o produtor que o seu sucesso está totalmente associado em atender as exigências do consumidor sofisticado, assim como você que está lendo agora.

E você? O que achou das duas profissões: barista e mestre cafeeiro? Nos conte nos comentários.

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